Para que a sustentabilidade seja real, a ecologia não pode ser um jogo de interesses financeiros
O ambiente clama por soluções de manutenção.
As guerras, entre países pela luta de protagonismo, de domínio e de control de economias mundiais, iniciadas sempre com o pretexto de democratizar ou de garantir a paz e os interesses colectivos, potenciam a corrida a soluções alternativas aos combustíveis decorrentes dos aumentos galopantes.
Os governos alinham na defesa da transição verde, promovendo a venda de carros eléctricos.
E o parque automóvel eléctrico aumenta de dia para dia, motivado pela incerteza dos mercados petrolíferos.
O carro eléctrico é tema de pertinentes discussões:
Qual o destino das baterias em fim de vida? Não prejudicarão ainda mais o ambiente?
Qual o imapcto nos pequenos negócios, tais como oficinas de mecânica, vendedores de combustíveis, por esse mundo fora?
Mas aquela que suscita mais interesse nos decisores políticos é: "Com o proliferar de carros eléctricos, como vamos compensar a baixa de receitas fiscais?; o estado perde rendimentos com os impostos sobre combustível .
Então o Reino Unido já encontrou solução: Dada a redução de receitas fiscais, todos os automóveis eléctricos passam a pagar 3 pences por cada quilómetro percorrido. Ou seja, um automobilista que percorra 10.000 Km por ano com carro eléctrico, paga um imposto de cerca de 220 Euros.
(Fonte L'Internaute, 01AGO2026)









