O
idadismo é uma espécie de discriminação de que são alvo um em
cada 3 idosos, de acordo com
a
OMS.
O
idadismo pode ser observado em idades diversas pela utilização de esterótipos pre-concebidos:
“Os jovens de hoje
não sabem o que é a vida!”
“És
muito novo para ocupar este lugar de grande responsabilidade!”
“Procuramos
para este lugar uma pessoa mais nova. Lamentamos!”
“Ainda
não fez o serviço militar. Volte cá quando o cumprir!”
A
psicóloga clínica Sónia Gaudêncio escreve: “Será que nos
esquecemos que todos nós envelhecemos diariamente e que isso tem que
ser encarado como algo natural e que deve ser vivido de forma, o mais
saudável e ativa possível?”
Nos
tempos de quase pleno emprego, alguém que se despedisse com 35 ou
mais anos de idade, tinha dificuldade em encontrar outro emprego, a não ser
que fosse um especialista.
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| Dia Internacional do Idoso |
Hoje,
o número de pessoas a sair do mercado de
trabalho excede o número das que entram.
Por
isso a OCDE aconselha Portugal, e outros países membros, a que tomem
medidas para manter mais tempo os trabalhadores no mercado de
trabalho. Reforma flexível, combate à discriminação dos
trabalhadores idosos, mais oportunidades de aprendizagem ao longo da
vida, etc.
As
universidades séniores são o organismo que mais valoriza os idosos, dando-lhes oportunidade de transmitir a
toda a comunidade as capacidades individuais e a possibilidade de adquirir valências culturais, recreativas, sociais, etc.
Estabelecimentos
de ensino, organismos públicos e autarquias deveriam convidar a
comunidade mais idosa a transmitir aos mais novos as suas
experiências pessoais e profissionais e as suas vivências.
Empresas
deveriam convidar colaboradores reformados que assim o quisessem,
para colaborar algumas horas ou dias por semana, por forma a que não
se considerassem “descartados”..
Lugares de sonho