sexta-feira, 3 de novembro de 2017
segunda-feira, 2 de outubro de 2017
TRANQUILIDADE
O meu estado é de tranquilidade em vários aspectos:
PROFISSIONAL: A
actividade turística a que estou ligado
há muitos anos, não vai diminuir em Constância nos próximos anos. Pelo
contrário, espera-se um aumento porque:
- Novas ideias surgirão;
- Haverá maior motivação para uma participação alargada aos
interessados na definição de estratégias para a formação do produto turístico “Constância”
consistente, credível, duradouro, consciente social e ambientalmente, logo,
mais e diversificadas actividades contribuirão para uma melhor saúde económica
do concelho de Constância.
PESSOAL
Desde miúdo que fui educado a respeitar os superiores,
especialmente os legitimamente eleitos. E assim continuarei, reservando-me, contudo, ao
direito de argumentar quando não concordar com decisões ou omissões.
CIVICO
Tranquilo porque, nos últimos meses exerci em plenitude,
dentro das minhas possibilidades, um dever de cidadania e um direito que me
assiste constitucionalmente. Sem atropelos, sem animosidades, que, por isso
mesmo, muito me regozijou. Especialmente porque, quem me convidou, viu algum valor em mim.
ESPERANÇA E OPTIMISMO
- Esperança num futuro mais promissor para os meus
sucessores e para todos os jovens.
- Na minha capacidade de colocar em prática o que aprendi na
vida profissional, pessoal, nas escolas e de continuar a aprender com quem lido
profissional e pessoalmente.
- Optimismo com a certeza de que o que aprendi com os
melhores, com a minha dedicação à aprendizagem e ao estudo e o que humildemente
vou aprendendo na minha convivência diária, é propriedade minha, mas
partilhável num ambiente de honestidade, de reciprocidade, de sinceridade em
objectivos que me provoquem emoções e satisfação pessoal.
De
Constância para todos os meus círculos
sábado, 30 de setembro de 2017
A Rosa do meu jardim
Flor minha, que murchaste,
Que caíste triste e abandonada
Deste mundo traiçoeiro incompreendida,
Humilhada, amada, odiada e ofendida.
Uma estaca para apoio procuraste
De entre as muitas do roseiral onde estavas.
Mas teus picos não chegaram lá.
Tremeste, esmoreceste, porque traíste aqueles
Do meio onde cresceste, da água que te saciou e na qual
Tuas pétalas lavavas.
Meu coração chora de tristeza
E de alegria também.
Porque bela sempre foste, perfume espalhaste.
Mas estavas com toda a certeza,
sábado, 12 de agosto de 2017
A irreversível cedência de Isenção às Minorias
"A medida tem como objetivo promover a inclusão e igualdade."
"Ladies and gentlemen", ou senhoras e senhores, é
uma expressão típica de saudação em vários locais. O metro de Londres é
obviamente um desses sítios, mas agora os condutores, e as gravações pré-gravadas,
vão deixar de usar essa expressão. Será mais do género Hello everybody - Olá a todos!
A linguagem é extremamente importante para a comunidade
LGBT. Damos as boas-vindas aos anúncios neutros", disse o grupo LGBT
Stonewall, em comunicado."
A irreversível cedência de Isenção às
Minorias
Manda a Democracia e a Cidadania que a Tolerância e o
Respeito por Minorias, sejam elas étnicas, religiosas, sexuais, dominantes, culturais,
e outras, constituam algumas das normas
de conduta dos Governos, Autoridades, Autarquias, e de toda a Sociedade.
Tolerância e Respeito não isenta o País, a Região ou a
Edilidade de uma política de inclusão no nosso meio-ambiente, na sociedade e no
respeito pelas leis que nos regem.
Estas normas não significam (e muito menos justificam) , em
meu entender, qualquer submissão num
gesto de fechar os olhos ou de rendição, nem a isenção de responsabilidade deontológica,
civil e criminal no cumprimento da lei, no respeito pelo património e pelos nossos
usos e costumes, pela aplicação da justiça.
Quem não acatar as leis locais deve regressar ao seu local
de origem.
Não é o país acolhedor que se deve submeter às vontades das minorias, alterando seus princípios, tirando vida, inclusivé, a coisas que nasceram para terem vida.
Uma minoria étnica ou cultural ou qualquer outra não é
personalidade jurídica, logo não pode ser acusada. Mas os seus membros, como
pessoas, sim. E é como pessoas que temos que ver e tratar os membros das várias
minorias. Não podemos permitir que se refugiem no clã para escaparem à lei e à
aplicação da justiça, desculpando-se com crenças, preconceitos, hábitos e
tradições dessas minorias.
Dito isto, as nossas autoridades têm toda a legitimidade
para impor a todos os cidadãos que estão no nosso território o cumprimento da
lei, promovendo, antes de mais, acções de familiarização com os bons usos e
costumes e com O Proibido, com O Não-recomendável e com O Permitido.
Aliás, as noções de cidadania deveriam ser transmitidas
antes de serem concedidos documentos oficiais definitivos a quem pede a nossa nacionalidade.
É incompreensível e desoladora a falta de animação intrínseca
a equipamentos (leia-se animação como a vida que as coisas têm):
A
vida num aquário é reconhecida pela existência de peixes, a de um lago pela existência de água corrente ou a borbulhar. Nele se podem aplicar elementos decorativos e/ou úteis, como elementos de dissuasão do uso indevido da
água. Eu poderia apresentar aqui alguns exemplos, mas não fui a isso chamado.
domingo, 18 de junho de 2017
ETC – Ética, Turismo e Cidadania
Ou
Ética e Cidadania para o Turismo pode muito bem vir a ser uma disciplina a leccionar a partir do 5º Ano Unificado.
Nunca é tarde demais, mas já não é cedo para alertar consciências de que o nosso comportamento como cidadãos, empresários, turistas, perante o Ambiente, dita a sustentabilidade ou o insucesso do desenvolvimento económico e social através do Turismo, da região onde habitamos.
“Do parapente à caminhada, passando pela espeleologia, escalada, passeios de BTT, birdwatching, canoagem, mergulho, surf, muitas são as actividades que actualmente estão ao dispor do público em geral, seja no ar, na terra ou na água.” Segundo o Instituto para a Conservação da Natureza, é responsabilidade inalienável de todos os praticantes de actividades de ar livre o respeito pela natureza, biodiversidade, património cultural e populações locais.
O que vemos em algumas esplanadas são beatas no chão, mesmo existindo cinzeiros em cima das mesas. O que vemos nas bermas das nossas estradas, dos caminhos e trilhos, no percurso de algumas rotas são garrafas vazias de plástico, garrafões, sacos, papeis, lixo; sinalética deteriorada ou ilegível; tudo isto demonstra uma autêntica ausência de ética, de cidadania, um ataque ao ambiente, e um total desrespeito pela segurança e bem-estar das pessoas.
Do outro lado encontramos traçados de rotas sem qualquer segurança para cicloturistas, pedestrianistas, automobilistas.
O substancial aumento de turistas e visitantes, porque “Portugal é IN” devido sobretudo a transportes baratos, insegurança noutros países, parece ter despertado a ganância desmedida de vender, por exemplo, 25 cl de água por 2 Euros em alguns cafés, restaurantes, esplanadas. Depois, quando vier a pacificação (espero que por meios pacíficos), lamentamos a nossa má-sorte no funeral da "galinha dos ovos d'oiro".
Hábitos de consumo e de comercialização terão de mudar. Por maiores compromissos que Tratados prevejam, e boas vontades neles se professe, de nada vale se não começarmos por respeitar e exigir o respeito pelo Código de Ética Mundial para o Turismo. Talvez começar por proibir o consumo e venda de bebidas em embalagens descartáveis. O comprador ou traz cantil ou adquire a preços de descarte proibitivo um recipiente reutilizável no estabelecimento onde adquirir a bebida.
Em comunhão com a Natureza
Nunca é tarde demais, mas já não é cedo para alertar consciências de que o nosso comportamento como cidadãos, empresários, turistas, perante o Ambiente, dita a sustentabilidade ou o insucesso do desenvolvimento económico e social através do Turismo, da região onde habitamos.
“Do parapente à caminhada, passando pela espeleologia, escalada, passeios de BTT, birdwatching, canoagem, mergulho, surf, muitas são as actividades que actualmente estão ao dispor do público em geral, seja no ar, na terra ou na água.” Segundo o Instituto para a Conservação da Natureza, é responsabilidade inalienável de todos os praticantes de actividades de ar livre o respeito pela natureza, biodiversidade, património cultural e populações locais.
O que vemos em algumas esplanadas são beatas no chão, mesmo existindo cinzeiros em cima das mesas. O que vemos nas bermas das nossas estradas, dos caminhos e trilhos, no percurso de algumas rotas são garrafas vazias de plástico, garrafões, sacos, papeis, lixo; sinalética deteriorada ou ilegível; tudo isto demonstra uma autêntica ausência de ética, de cidadania, um ataque ao ambiente, e um total desrespeito pela segurança e bem-estar das pessoas.
Do fundo do mar e das nossas praias são retiradas anualmente toneladas de lixo e de produtos contaminantes da fauna
marinha.
Do outro lado encontramos traçados de rotas sem qualquer segurança para cicloturistas, pedestrianistas, automobilistas.
O substancial aumento de turistas e visitantes, porque “Portugal é IN” devido sobretudo a transportes baratos, insegurança noutros países, parece ter despertado a ganância desmedida de vender, por exemplo, 25 cl de água por 2 Euros em alguns cafés, restaurantes, esplanadas. Depois, quando vier a pacificação (espero que por meios pacíficos), lamentamos a nossa má-sorte no funeral da "galinha dos ovos d'oiro".
Hábitos de consumo e de comercialização terão de mudar. Por maiores compromissos que Tratados prevejam, e boas vontades neles se professe, de nada vale se não começarmos por respeitar e exigir o respeito pelo Código de Ética Mundial para o Turismo. Talvez começar por proibir o consumo e venda de bebidas em embalagens descartáveis. O comprador ou traz cantil ou adquire a preços de descarte proibitivo um recipiente reutilizável no estabelecimento onde adquirir a bebida.
Em comunhão com a Natureza
quarta-feira, 3 de maio de 2017
Nós é que escolhemos
Santa Bárbara tem protegido crentes e não-crentes de chuvadas, trovoadas e tempestades nos dias santos e nos dias de feriado, sendo nós, consequentemente, abençoados com dias radiosos de sol, que motivam os viajeiros, turistas e aventureiros, sob o manto protector de São Cristóvão, a descobrirem recantos deste bonito Portugal, à procura de emoções nas paisagens e nos sabores, e história e conhecimento na arquitectura e no património.
Nós, que escolhemos como modo de vida, prestar serviços a turistas e visitantes (não gosto do termo correcto “excursionista” quando se deslocam individualmente), e delas dependemos economicamente, ocupamos um lugar privilegiado na roda da sorte, porque o “consumidor” dos nossos serviços vem até nós.
Porém, não sabemos aproveitar, por vezes, as oportunidades, desperdiçando a sorte de termos um mercado que nos procura. Sentimo-nos iguais se, como os nossos visitantes, descansarmos num dia de feriado. Há igualdade, é certo; mas não perdemos a dignidade, se trabalharmos nesses dias, permanentemente com profissionalismo, dando assim resposta à procura que aumenta 6 ou 7 vezes em relação à considerada procura normal. E contribuimos, com a nossa prestação, para a afirmação dos valores inatingíveis do nosso lugar.
Na nossa actividade há gestores que:
* Sabem quantificar a diferença entre o resultado de estar aberto e as compensações financeiras que têm de pagar por trabalho em dia de feriado.
• E também há outros que sabem adequar o tipo de oferta ao volume de procura de forma a servir todos de uma forma fluente, optando por BUFFET, BARBECUE, Do it Yourself, etc.
•E há aqueles que pura e simplesmente decidem “que me importa que seja feriado; é dia de estar fechado, fecha. Pronto”. Estes são os que escolheram o MODO DE VIDA errado.
O que é chato é que, durante o ano, queixam-se que a “Santa Câmara” não faz nada para resolver o problema deles – a baixa procura de inverno. E não tem nada mais a fazer, para além de manter o território atractivo, atraente e acessível, e criar condições para a livre e individual iniciativa de promoção dos serviços e estabelecimentos de uma forma inovadora e criativa; Simplesmente pela razão de que as receitas são para eles e não para a autarquia.
Não havendo iniciativa de procurar o mercado, de o atrair com novidades, de promover a qualidade, de garantir ao consumidor a satisfação da maioria e mais importantes expectativas, não há SANTA EDWIGES nem SÃO JOÃO que nos valha.
Outras iniciativas
Nota: Este texto não respeita, deliberadamente, o novo acordo ortográfico, porque entendo que a etimologia da palavra é a raíz que sustenta a história de uma língua.
Na Natureza
Nós, que escolhemos como modo de vida, prestar serviços a turistas e visitantes (não gosto do termo correcto “excursionista” quando se deslocam individualmente), e delas dependemos economicamente, ocupamos um lugar privilegiado na roda da sorte, porque o “consumidor” dos nossos serviços vem até nós.
Porém, não sabemos aproveitar, por vezes, as oportunidades, desperdiçando a sorte de termos um mercado que nos procura. Sentimo-nos iguais se, como os nossos visitantes, descansarmos num dia de feriado. Há igualdade, é certo; mas não perdemos a dignidade, se trabalharmos nesses dias, permanentemente com profissionalismo, dando assim resposta à procura que aumenta 6 ou 7 vezes em relação à considerada procura normal. E contribuimos, com a nossa prestação, para a afirmação dos valores inatingíveis do nosso lugar.
Na nossa actividade há gestores que:
* Sabem quantificar a diferença entre o resultado de estar aberto e as compensações financeiras que têm de pagar por trabalho em dia de feriado.
• E também há outros que sabem adequar o tipo de oferta ao volume de procura de forma a servir todos de uma forma fluente, optando por BUFFET, BARBECUE, Do it Yourself, etc.
•E há aqueles que pura e simplesmente decidem “que me importa que seja feriado; é dia de estar fechado, fecha. Pronto”. Estes são os que escolheram o MODO DE VIDA errado.
O que é chato é que, durante o ano, queixam-se que a “Santa Câmara” não faz nada para resolver o problema deles – a baixa procura de inverno. E não tem nada mais a fazer, para além de manter o território atractivo, atraente e acessível, e criar condições para a livre e individual iniciativa de promoção dos serviços e estabelecimentos de uma forma inovadora e criativa; Simplesmente pela razão de que as receitas são para eles e não para a autarquia.
Não havendo iniciativa de procurar o mercado, de o atrair com novidades, de promover a qualidade, de garantir ao consumidor a satisfação da maioria e mais importantes expectativas, não há SANTA EDWIGES nem SÃO JOÃO que nos valha.
Outras iniciativas
Nota: Este texto não respeita, deliberadamente, o novo acordo ortográfico, porque entendo que a etimologia da palavra é a raíz que sustenta a história de uma língua.
Na Natureza
segunda-feira, 20 de março de 2017
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